Professor Sidnei Martins Costa, desenvolve trabalho voltado à questão racial e social – “Por incrível que pareça vivemos num pais onde a desigualdade social é clara e transparente aos olhos de todos, tendo maior ênfase em períodos eleitorais ou em programas televisivos que não se cansam de mostrar a condição humilhante de sobrevivência de muitos brasileiros, tudo isso separado por regiões, ou seja, de norte a sul e leste a oeste a desigualdade existe”, afirma.
Agora, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), aponta dados de mais uma desigualdade entre a sociedade, os brancos recebem maiores salários em relação aos negros. Vejamos: Levantamento realizado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE) no ano de 2010 mostra que o rendimento médio mensal de uma pessoa que se diz branco chega a ser seis vezes maior do que de uma negra nos bairros considerados nobres da capital. Os moradores destes distritos que se declararam negros, inclusive, tinham rendimentos inferiores àqueles que se disseram de cor parda e indígenas. Apenas nos bairros considerados mais carentes da capital, os rendimentos entre brancos e negros se equiparavam.
A pesquisa do IBGE traz um retrato detalhado de cada um dos 96 distritos de São Paulo, com informações sobre a divisão por sexo, idade, alfabetização, cor ou raça, e outras informações, como o número de imigrantes por continente e país, e variação do rendimento médio por raça ou cor ou então o número de mortos conforme o sexo e a faixa etária.
De acordo com o estudo, a capital tinha em 2010 uma população de 11.253.503 pessoas, sendo que a maioria se declarou de cor branca – 6.824.668. Em contrapartida, foram 736.083 negros, 246.244 de cor amarela, 3.433.218 pardos e 12.977 indígenas. Ao menos 313 pessoas não declararam a raça.
No bairro Grajaú, na Zona Sul, é o bairro de São Paulo mais populoso, segundo o IBGE, com 360.787 moradores, sendo que 152.873 se declararam brancos, 31.279 negros, 173.688 pardos, 2.543 amarelos e 341 indígenas; outros 63 não declararam a cor.
Marsilac, também na Zona Sul, por outro lado, é o menos populoso, com apenas 8.258 moradores, sendo 4.095 brancos, 466 negros, 95 amarelos, 3.548 pardos e outros 54 indígenas. O bairro, segundo o estudo, conta com o menor número de imigrantes: apenas nove, sendo quatro japoneses, dois italianos, um alemão, um holandês e um australiano.
Discrepância
O levantamento do IBGE evidenciou uma discrepância entre os rendimentos médios mensais de brancos e negros nos bairros nobres da capital. Em Moema, por exemplo, levando-se em consideração as pessoas com 10 anos ou mais com rendimentos, o valor médio ganho por uma pessoa que se declara branca é de R$ 7.636,96. Em média, um negro, no mesmo bairro, tem rendimento de R$ 3.157,35 por mês, abaixo de um pardo, com R$ 7.544,11, de um amarelo, R$ 3.676,57, e até de um indígena (R$ 4.256,43). No bairro, que contava com 797 negros declarados, de um total de 83.368 moradores, o rendimento médio apurado é de R$ 7.384,73, o mais alto da capital.
A diferença é ainda mais gritante no Morumbi, outro bairro nobre, onde o rendimento médio mensal é de R$ 6.959,73 por morador de 10 anos ou mais com vencimentos. Neste perfil, uma pessoa que se diz branca afirma que tem um rendimento médio de R$ 8.329,35. O de um negro, por sua vez, é de R$ 1.388,60, cerca de seis vezes menos. O de um pardo, R$ 5.659,10.
Nos bairros mais carentes, em contrapartida, há uma equiparação entre os rendimentos. Em Marsilac, onde o morador recebe o menor valor médio mensal, de R$ 772,15, uma pessoa que se diz parda tem rendimento de R$ 865,06, acima de uma branca, com R$ 825,06, e de uma negra, R$ 793,82.
Já em Lajeado, na Zona Leste, o rendimento médio mensal é de R$ 861,38. Um branco recebe R$ 914,26, enquanto que um pardo, R$ 901,16, e um negro, R$ 837,21.
Renda por cor - Pelo levantamento do IBGE, no bairro de Marsilac, no ano passado, havia um único morador que se declarou branco, com renda acima de 30 salários mínimos, contra 4.821 – destes, 4.546 se disseram brancos e 20, negros – moradores de Moema, na Zona Sul. Em Lajeado, eram apenas três com tal renda, sendo um branco e dois pardos.
No Grajaú, em contrapartida, 123.130 moradores declararam não ter qualquer fonte de renda; 43.551 ganhavam entre meio e um salário mínimo; e outros 90.972, entre um e dois salários mínimos. No Jardim Ângela, outro distrito carente localizado na periferia da Zona Sul, de um total de 244.989 moradores com 10 anos ou mais, 102.735 se declararam sem fonte de renda. Além disso, 35.432 tem rendimento entre meio e um salário mínimo, enquanto outros 74.721, entre um e dois mínimos.
É justamente nos bairros mais carentes que a soma dos que se dizem negros e pardos supera o número total de brancos, de acordo com o estudo do IBGE. São eles: Anhanguera, Brasilândia, Capão Redondo, Cidade Ademar, Cidade Tiradentes, Grajaú, Guaianases, Iguatemi, Itaim Paulista, Jardim Ângela, Jardim Helena, Jardim São Luís, Parelheiros, Pedreira, Vila Curuçá e Lajeado.
Alfebetização - Em números absolutos, no Grajaú registrou o mais índice de pessoas não alfabetizadas com 10 anos ou mais. Ao todo, foram 15.520 pessoas, sendo que 1.895 se declararam negros e outros 8.080, pardos. No Jardim Ângela, outro bairro carente, foi registrada 13.592 pessoas não alfabetizadas, sendo 1.732 negros e 7.474 pardos.
Bairros cujos moradores apresentaram rendimento médio mensal superior aos 10 salários mínimos, em contrapartida, têm alto índice de pessoas alfabetizadas. No Alto de Pinheiros, na Zona Oeste da capital, por exemplo, de um total de 39.555 pessoas, apenas 229 não se disseram alfabetizadas. Em Moema, proporcionalmente, tal índice é mais alto ainda. Apenas 301 pessoas, sendo 30 negros e 78 pardos, se declararam analfabetas, de um total de 76.401 pesquisados.
Mortalidade - O índice de mortalidade entre os mais jovens – dos 15 aos 34 anos – também é mais alto nos bairros mais carentes, constatou o levantamento do IBGE. No Grajaú, por exemplo, no período de agosto de 2009 a julho de 2010, houve 168 mortes nesta faixa etária de um total de 1.453. Em Sapopemba, na Zona Leste, no mesmo período, foram 143 de um total de 1.355 falecimentos.
Já no Alto de Pinheiros, de um total de 221 no período citado apenas três delas foram de pessoas na faixa entre os 15 e 34 anos. Em Moema, apenas 4 mortes, de 354 registradas. A Barra Funda, na Zona Oeste, teve apenas dois falecimentos, de um total de 90.
Curiosidades - Segundo o IBGE, a Vila Mariana, na Zona Sul, é o bairro com maior número de imigrantes: 1.341 no total, sendo 354 deles norte-americanos. Marsilac tem o menor número: apenas nove.
O bairro da Saúde tem a maior concentração de moradores que se declararam amarelos - 17.706 -, seguido pela Vila Mariana, com 12.666; Jabaquara, 11.335; e Liberdade (11.261).
Parelheiros e Jaraguá têm o maior número de indígenas declarados. O primeiro bairro, de um total de 131.183 moradores, 1.002 eram indígenas. No Jaraguá, de 184.818 moradores, 583 se disseram indígenas.
Fonte G1.
quarta-feira, 21 de março de 2012
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
COMO ASSISTIR UM DESSES ENCONTROS MUSICAIS NUM BAR UNDERGROUD E SAIR COM VIDA.
Um dia desses na verdade numa quinta feira resolvi beber para cair de pedra, estava com tudo de ruim que uma pessoa poderia estar, perdi o emprego,o carro quebrou,comprei por engano um DVD do Michel Teló,pisei em falso e torci o tornozelo, o America mineiro ganhou do Corinthians, dia de greve dos metroviários, de ônibus, passeata dos maconheiros da Usp na paulista ...em fim.
Resolvi descer a Rua Augusta na parte baixa no sentido Maria Paula, dou de cara com uma fachada de um bar desse underground. O tradutor do Google diz Subterrâneo, (esse tipo de bar a prefeitura só autoriza nesses locais) ai resolvi entrar com a certeza que ia sair chapado e alcoolizado. Entrei pedi logo uma Vodka copo duplo, o atendente me disse que era Stolichnaya, mas pelo gosto deve ser paraguaia.
A minha sorte foi que cheguei na hora da cantoria começar, tudo escuro entra uma patota uns cinco acho eu..a dita banda começou sua performance...em 30 segundos estava surdo, mas o pior estava por vir...entra a “cantora” estrela principal da trupe....com um visual “ zona leste Baixa” uma saia ( misto de mini-vestido ) que uma mulher normal não usaria na rua, sobre pena de ser recolhida pelo serviço social , um parte de botas..que nem peixeira portuguesa da feira ousa usar- elas preferem aquelas brancas de plástico, cano médio na cor branca.
Quando ela soltou a voz, parecia uma gralha dessas de cativeiro, Sheila Mello cantando..perto dela é Ella Fitzgerald, ela dá vertigem em montanha -russa no seu epíteto de fantasia, eu sai antes dela começar a segunda, paguei a conta, o caixa fica na parte da frente do bar longe do palco, o que impede uma tortura ainda maior, já na rua e depois de ter cumprido a minha Via Crucis, liguei para o meu plano de saúde , quando comprei tinha resgate aéreo..porque esse tipo de emergência medica o resgate 190, nem o Samu atende, passei uma semana internado, e o diagnostico Lesão axonal difusa , efeito de centrifugação no cérebro provocado pelo som, mas sobrevivi .
Resolvi descer a Rua Augusta na parte baixa no sentido Maria Paula, dou de cara com uma fachada de um bar desse underground. O tradutor do Google diz Subterrâneo, (esse tipo de bar a prefeitura só autoriza nesses locais) ai resolvi entrar com a certeza que ia sair chapado e alcoolizado. Entrei pedi logo uma Vodka copo duplo, o atendente me disse que era Stolichnaya, mas pelo gosto deve ser paraguaia.
A minha sorte foi que cheguei na hora da cantoria começar, tudo escuro entra uma patota uns cinco acho eu..a dita banda começou sua performance...em 30 segundos estava surdo, mas o pior estava por vir...entra a “cantora” estrela principal da trupe....com um visual “ zona leste Baixa” uma saia ( misto de mini-vestido ) que uma mulher normal não usaria na rua, sobre pena de ser recolhida pelo serviço social , um parte de botas..que nem peixeira portuguesa da feira ousa usar- elas preferem aquelas brancas de plástico, cano médio na cor branca.
Quando ela soltou a voz, parecia uma gralha dessas de cativeiro, Sheila Mello cantando..perto dela é Ella Fitzgerald, ela dá vertigem em montanha -russa no seu epíteto de fantasia, eu sai antes dela começar a segunda, paguei a conta, o caixa fica na parte da frente do bar longe do palco, o que impede uma tortura ainda maior, já na rua e depois de ter cumprido a minha Via Crucis, liguei para o meu plano de saúde , quando comprei tinha resgate aéreo..porque esse tipo de emergência medica o resgate 190, nem o Samu atende, passei uma semana internado, e o diagnostico Lesão axonal difusa , efeito de centrifugação no cérebro provocado pelo som, mas sobrevivi .
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Relatos de índios em Mato Grosso do Sul chocam comissão de Minorias do Congresso
“Até em época de guerra nos asseguramos dos direitos humanos mais básicos”, disse a deputada federal Érika Kokai (PT-DF), membro da comissão. “Falta presença do Estado brasileiro em MS”, disse também a deputada. A redação do Midiamax acompanhou a diligência federal no sul do Estado.
Membros da Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados estiveram em Mato Grosso do Sul neste fim de semana para avaliar a situação dos índios Guarani Kaiowá e, através do trabalho parlamentar, tentar alterar a situação vivida por essa população em MS.
A situação vivida pelos Guarani Kaiowá no sul do Estado chocou os deputados. Relatos de ameaças, espancamentos, torturas, indígenas baleados, morte de lideranças e massacre da etnia marcaram as visitas feitas pelos deputados a três acampamentos e uma reserva.
A comitiva visitou na sexta-feira (02) o acampamento Laranjeira-Ñanderu em Rio Brilhante e no sábado os acampamentos Kurussu Ambá, em Coronel Sapucai, Tekoha Guaiviry, em Aral Moreira e passaram pela reserva indígena de Amambai, que é cortada pela rodovia MS-386, que liga Amambai a Aral Moreira e Ponta Porã.
Denúncia feita pelo Professor Passos da Universidade Federal de Mato Grosso, durante a realização da Amostra Internacional do Cinema negro em São Paulo ao Jornalismo da TVUNO.
terça-feira, 15 de novembro de 2011
Tratores cobram R$ 50 para desatolar carros no SWU
Apesar de o último show do festival SWU ter acabado por volta das 2h30, o pesquisador Vagner Figueiredo de Santana, 29, só conseguiu sair do estacionamento às 10h30 da manhã.
Seu carro ficou oito horas atolado no estacionamento oficial do evento. "O terreno estava numa situação lastimável e muitos carros atolaram. Alguns conseguiram desatolar até as 4h. Mas, agora pela manhã, ainda tinha em torno de 50 carros afundados na lama. Apareceram cinco tratores, cobrando R$ 50 pelo serviço de desatolamento."
Segundo Vagner, algumas empresas de seguro acionadas pelos motoristas, como a Porto e a Bradesco, usavam justamente o serviços desses tratores para socorrerem seus segurados.
"Conforme a gente apurou de manhã, esses tratores são de autônomos e não têm nada a ver com a produção do festival. Eles só entraram no estacionamento porque os próprios motoristas dos carros atolados assim quiseram", explica Horácio Brandão, da assessoria de imprensa do festival.
Nota: festival organizado por amadores, sem o mínimo de competencia, existe uma ação na justiça movida pelo Ecad. por conta do não pagamento dos direitos autorais do festival do ano passado.
Seu carro ficou oito horas atolado no estacionamento oficial do evento. "O terreno estava numa situação lastimável e muitos carros atolaram. Alguns conseguiram desatolar até as 4h. Mas, agora pela manhã, ainda tinha em torno de 50 carros afundados na lama. Apareceram cinco tratores, cobrando R$ 50 pelo serviço de desatolamento."
Segundo Vagner, algumas empresas de seguro acionadas pelos motoristas, como a Porto e a Bradesco, usavam justamente o serviços desses tratores para socorrerem seus segurados.
"Conforme a gente apurou de manhã, esses tratores são de autônomos e não têm nada a ver com a produção do festival. Eles só entraram no estacionamento porque os próprios motoristas dos carros atolados assim quiseram", explica Horácio Brandão, da assessoria de imprensa do festival.
Nota: festival organizado por amadores, sem o mínimo de competencia, existe uma ação na justiça movida pelo Ecad. por conta do não pagamento dos direitos autorais do festival do ano passado.
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Morre o radialista Luiz Mendes, o 'comentarista da palavra fácil'
Por mais de 60 anos, Luiz Mendes iniciava suas transmissões, seja como locutor ou comentarista esportivo, com o conhecido bordão "Minha gente..." Era a forma que encontrava para invadir com simplicidade e gentileza a intimidade dos ouvintes e também telespectadores. Não à toa, ganhou logo o título de "comentarista da palavra fácil". A fala mansa, direta, simples e segura caiu no gosto popular. E nesta quinta-feira, esse público que tanto aguardava suas opiniões perdeu uma das mais admiradas e poderosas vozes do rádio brasileiro. O gaúcho de Palmeiras das Missões morreu aos 87 anos, deixando viúva a atriz e radialista Daisy Lucidi, com quem viveu por mais de 50 anos e teve um filho, que lhe deu netos e uma bisne
segunda-feira, 17 de outubro de 2011
A CULTURA BRASILEIRA ESTÁ DE LUTO!
O cinema internacional e brasileiro perdeu hoje um de seus mais ativos difusores. Muitos dos críticos que hoje atuam optaram por este ofício e ampliaram seu amor pelo cinema assistindo aos filmes programados por Leon Cakoff. Cakoff lutou como poucos pelo que lutamos todos nós: para que a diversidade da cinematografia mundial tenha oportunidade de exibição e não seja engolfada pelo cinema mainstream. Tudo faremos para contribuir com a continuidade do seu importante legado cultural"
O Jornalismo da TVUNO, presta uma homenagem aquele que fez do cinema a sua vida.
reportagens Sidnei Martins.
sábado, 17 de setembro de 2011
3 PERSONAGENS...E A JUSTIÇA.
personagem 1-
As investigações sobre os negócios ilegais da família Sarney (mais especificamente Fernando Sarney e José Sarney) podem voltar à estaca zero. Isso porque o Superior Tribunal de Justiça (STJ) anulou as provas apresentadas pela Polícia Federal sob a justificativa de que os grampos que culminaram nas quebras de sigilo foram ilegais.
A operação Boi Barrica, realizada em 2010 e que foi chamada de Faktor mais tarde, juntou provas contra os Sarney por meio de interceptação de e-mails. A Justiça também invalidou parte das provas naquele ano.
O mesmo ocorreu com as que foram obtidas em outras missões, tais como a que investigou o banqueiro Daniel Dantas.
A Operação Faktor constatou, entre 2007 e 2008, crimes de tráfico de influência em órgãos do governo federal, formação de quadrilha, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro por integrantes da família Sarney. Os acusados negam
personagem - 2
O Supremo Tribunal Federal declarou extinta a pena aplicada ao ex-jogador de futebol, Edmundo Alves de Souza Neto. Em 1999, a Justiça do Rio de Janeiro condenou o atleta a quatro anos e seis meses de prisão, em regime semiaberto, por homicídio e lesão corporal após se envolver em acidente de trânsito que resultou na morte de três pessoas e três feridos. O ministro Joaquim Barbosa, do STF, decidiu que, para a hipótese de prescrição, a regra determina que seja observada a pena aplicada isoladamente, ou seja, desconsiderando-se o aumento referente ao concurso de crimes.
personagem - 3
O vaqueiro Sebastião Vieira vai receber indenização de R$ 1 milhão da justiça de Goiás por ter sido condenado injustamente por latrocínio e ocultação de cadáver do irmão de sua ex-esposa. Sebastião passou oito anos e quatro meses preso antes do verdadeiro assassino confessar o crime. A decisão foi da juíza Soraya Fagury Brito, da 2ª Vara Cível e Fazendas Públicas de Goiás.
Nota do Blog
Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”.
As investigações sobre os negócios ilegais da família Sarney (mais especificamente Fernando Sarney e José Sarney) podem voltar à estaca zero. Isso porque o Superior Tribunal de Justiça (STJ) anulou as provas apresentadas pela Polícia Federal sob a justificativa de que os grampos que culminaram nas quebras de sigilo foram ilegais.
A operação Boi Barrica, realizada em 2010 e que foi chamada de Faktor mais tarde, juntou provas contra os Sarney por meio de interceptação de e-mails. A Justiça também invalidou parte das provas naquele ano.
O mesmo ocorreu com as que foram obtidas em outras missões, tais como a que investigou o banqueiro Daniel Dantas.
A Operação Faktor constatou, entre 2007 e 2008, crimes de tráfico de influência em órgãos do governo federal, formação de quadrilha, desvio de recursos públicos e lavagem de dinheiro por integrantes da família Sarney. Os acusados negam
personagem - 2
O Supremo Tribunal Federal declarou extinta a pena aplicada ao ex-jogador de futebol, Edmundo Alves de Souza Neto. Em 1999, a Justiça do Rio de Janeiro condenou o atleta a quatro anos e seis meses de prisão, em regime semiaberto, por homicídio e lesão corporal após se envolver em acidente de trânsito que resultou na morte de três pessoas e três feridos. O ministro Joaquim Barbosa, do STF, decidiu que, para a hipótese de prescrição, a regra determina que seja observada a pena aplicada isoladamente, ou seja, desconsiderando-se o aumento referente ao concurso de crimes.
personagem - 3
O vaqueiro Sebastião Vieira vai receber indenização de R$ 1 milhão da justiça de Goiás por ter sido condenado injustamente por latrocínio e ocultação de cadáver do irmão de sua ex-esposa. Sebastião passou oito anos e quatro meses preso antes do verdadeiro assassino confessar o crime. A decisão foi da juíza Soraya Fagury Brito, da 2ª Vara Cível e Fazendas Públicas de Goiás.
Nota do Blog
Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza, garantindo-se aos brasileiros e aos estrangeiros residentes no País a inviolabilidade do direito à vida, à liberdade, à igualdade, à segurança e à propriedade”.
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